segunda-feira, fevereiro 19, 2007

Adeus á carne (carnevale)


O médico e cientista Sueco Jacobson afirma que não existe rotura alguma entre a vida e a morte, porque no momento da grande passagem, instaura-se imediatamente a continuidade da vida, ficando o defunto com a sensação de que se salvou do acidente, da doença ou daquilo que o fez falecer. Quantos de nós já não morreram e enquanto as nossas famílias nos choram, na outra dimensão, cá continuamos depois daquele susto, daquela ultrapassagem mal calculada. Nem depois de morrer nos safaremos das dívidas!...
A vida (ou a alma) pesa, segundo o cientista, 21 gramas é a diferença de peso entre um vivo e um morto. Tem sempre o mesmo peso quer se trate dum magricela ou dum anafado senhor, daqui resulta a igualdade perante a morte. Quanto ao corpo inanimado dum indivíduo que pese 70 kg tem: uma quantidade de água suficiente para lavar duas camisas, ferro suficiente para fazer um prego dos grandes, cal bastante para caiar a casota de um cão pequeno e uma quantidade de enxofre que daria para matar as pulgas desse cão. Tudo isto valeria pouco mais de 1 Euro.
Como ficou provado que ao morrer não te livras das dívidas e o teu corpo não vale mais de um Euro, o melhor é aproveitar ao máximo as 21 gramas que tens ainda e GOZA O CARNAVAL.

1 comentário:

Conceição Bernardino disse...

Olá,
“ Somos a ponte para a eternidade,
Formando um arco sobre o mar,
Procurando aventuras para nosso regozijo,
Vivendo mistérios, optando por calamidades,
Triunfos, desafios, apostas impossíveis,
Pondo-nos à prova uma e outra vez,
Aprendendo amar.”
Excerto de “Richard Bach”

É com esta força que renasço todos os dias, para continuar a minha caminhada...
Espero que gostem deste pequeno presente.
Beijinhos, que a escrita nos una!
Conceição Bernardino
25-02-07
http://amanhecer-palavrasousadas.blogspot.com