Espero, ter a compreensão e o gosto dos leitores e amigos, em levar este projecto por diante. Agradeço a todos o tempo que dispensaram, e voltem sempre. Até Já.
"Ó Rosa tu não cumprendes!"
Não consigo compreender, e se calhar o defeito é meu, ou até compreendo mas finjo o contrário, é esta dança de cadeiras, este tentar o poder a todo o custo, visto que está relançado o debate sobre as eleições de 27 de Setembro. José Sócrates, diz não aceitar "Uma segurança Social em que esteja cada um por si", como parece querer o PSD. Ora todos sabemos, que a discórdia entre o PS e o PSD, apenas tem conotações de nome e sigla, o que não deixa de ser normal, ainda para mais o acordo ortográfico está aí. O que me espanta, é que José Sócrates, veste agora a pele de cordeiro perante os Portugueses, e mostrando a sua raça de Lobo Mau direccionado ao partido que ele, e o PS entenda-se ajudou "enterrar-se" e criar divisões internas ao longo destes últimos anos, fazendo as suas mais elementares políticas, sob o lema "dividir para reinar".
Nunca houve alguém, em Portugal na governação, com "tomates" como Sócrates, para mexer naquilo em que ele mexeu, é um facto. Nunca estivemos outrora, com uma recessão destas, nem saberemos quando iremos sair, outro facto. Mas as políticas anti-sociais, dum partido dito "Socialista", as reformas da administração pública, o estatuto da carreira docente, o ataque aos direitos dos funcionários públicos, o congelamento dos seus salários, o novo código do trabalho, tudo isto e mais alguma coisa, direccionado a governar à direita, deixando o PSD sem o seu espaço, encostando-se muitas vezes ao CDS/PP com as suas políticas, tanto que alguns já diziam que haveria coligação PS/CDS-PP imagine-se. Inteligente, o sr. José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa. Tão inteligente, que se forma numa cadeira de Inglês Técnico, a um Domingo, também ajudado por um amigo militante do PS e com ligações e interesses no Partido, e surgindo o nome noutro escandaloso caso, o "Freeport". Tirem as vossas conclusões, eu já tirei a minha, mais do mesmo, Não obrigado!
Enquanto alguns, que respeito, apelam ao voto "NULO" ou em "BRANCO", eu apelo ao voto útil, esse à direita ou à esquerda, mas uma chapada no charco e marasmo deste bloco central de interesses, que nos tem desgovernado ao longo destes anos. Eu, sendo fiel aos meus princípios, assalariado que sou, da classe pobre, só poderei votar útilmente à esquerda, mas compreendo os que querem e vão votar à direita, são defensores do estatuto que tem e do seu lote de interesses a defender, como eu, defendendo os meus. Mas aos indecisos, apelo ao voto útil.
Portugal, corre o risco de continuar a ser desgovernado por este conjunto de factores, que nada de bom nos tem trazido.
@Carlos Rocha
Beezz
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No documento são identificados como obstáculos ao acesso da população aos cuidados de saúde "a falta de médicos generalistas e de certos especialistas nas zonas rurais e em determinadas regiões, a concentração de recursos nos hospitais, nas grandes cidades e na faixa costeira e a falta de cobertura de certos serviços por parte do Serviço Nacional de Saúde (designadamente os cuidados dentários)".
Bruxelas considera ainda que esta situação "interfere com o funcionamento de um sistema nacional de saúde assente nos cuidados de saúde primários e gera uma utilização desnecessária de cuidados hospitalares e de emergência dispendiosos".
O relatório destaca ainda que, em Portugal, "as crescentes assimetrias sociais e as desigualdades no acesso geraram uma maior prevalência de estilos de vida menos saudáveis, condições de saúde precárias (tuberculose) e desigualdades ligadas à saúde".
Por outro lado, é positiva a reestruturação dos centros de saúde para criar "pequenas unidades de saúde familiares mais próximas do domicílio ou do local de trabalho dos utentes e mais correctamente sincronizados com os hospitais e as unidades que prestam cuidados prolongados".
A Comissão Europeia sublinha ainda que "o Estado [português] garante normas de qualidade nas instituições públicas e privadas", tendo criado uma autoridade independente para questões de qualidade.
O relatório destaca entre os desafios a que Portugal terá que dar resposta a melhoria da provisão de cuidados de longa duração e a redução das disparidades geográficas da oferta.
O estado (esta vergonha de estado) procura incessantemente pagar as suas exuberâncias, as suas extravagâncias, desta feita à custa de quem, de todos nós, claro. O príncipio da legalidade e da lógica, que para as SCUT assim funciona, o tal utilizador/pagador, no IUC não se procede dessa maneira, pode ser um galinheiro (carro velho) e estar parado à 20 anos, que se o livrete e registo existir, o seu dono terá de pagar o dito IUC. E só para dificultar, se a pessoa quiser anular as matrículas, só com o documento para abate, caso contrário a extinta DGV, nega-se a tal acto, tudo, é claro, em prol de mais uns euritos para os cofres do estado.


O ministro da Justiça, Alberto Costa, defendeu hoje a possibilidade de os Serviços de Informações fazerem escutas telefónicas para «garantir a segurança nacional», em casos como para prevenir atentados terroristas.
«Se é possível interceptar comunicações para investigar crimes já ocorridos, será também de contemplar a mesma possibilidade para garantir a segurança nacional, por exemplo, para prevenir um atentado terrorista», afirmou Alberto Costa, em entrevista ao semanário Sol.
In: Portugal Diário
Resta-nos saber, a nós, cidadãos comuns, quem controlará essas escutas, quem controlará o SIS, quem controlará os abusos, que de uma forma ou outra, acabarão por surgir? Mas o pior ainda está para vir, pois sobre o mesmo ideal, que era em defesa do estado a PIDE/DGS, tinha livre arbítrio para decidir quem prender, quem torturar, quem manchar o nome, enfim, tinha a faca e o queijo, com a conivência claro está do estadista, esse iluminado que deixou Portugal atrasado em mais de quarenta e tal anos. Não posso, deixar de me manifestar contra aquilo a que sob o pretexto de que Portugal estará sob ameaça Terrorista, o SIS, ou outro organismo qualquer, a vigiar o que dizemos ou sequer pensámos.
Ou será, que também houve um combinado atentado ao solo Português aquando da visita de Sócrates aos EUA?
São questões pertinentes a que eu estou atento, mas quero também dizer que não embarco em euforias histéricas de que agora somos todos vigiados, apenas sigo os factos, como o caso do blogue "Do Portugal Profundo", o caso "Charrua", etc. Acho que é estranho, e são estranhas as declarações do Ministro da Justiça, apenas e só.

Falta de elementos levou a quebras significativas de operacionalidade em vários departamentos. Criminalidade não diminuiu, mas há menos detenções, buscas e prisões preventivas. Directoria de Lisboa é a mais afectada. Ministro anunciou contratação de operacionais em 2009, mas ainda não serão suficientes
A Polícia Judiciária perdeu 84 inspectores no espaço de um ano, revela a edição desta segunda-feira do DN. Segundo o jornal, estes números revelam uma quebra de 7,6 por cento, comparando com igual período de 2006 e revelou quebras significativas de operacionalidade em vários departamentos.
O DN avança que a perda de eficiência se destaca sobretudo, na Directoria de Lisboa, onde diminuíram as detenções (32 por cento), as buscas (13 por cento) e as prisões preventivas, mas não diminui a criminalidade.
Os sectores em que se regista uma maior perda de inspectores (10 por cento) são a Direcção Central Investigação e Combate ao Crime Económico e Financeiro (DCICCEF) e a Direcção Central de Combate ao Banditismo (DCCB), o mesmo acontecendo em Aveiro e Braga (14 por cento), Porto (8 por cento) Faro (7 por cento) e Lisboa (7 por cento). Desde fins dos anos 90, a PJ perdeu 240 elementos de investigação criminal e recentemente o Ministro da Justiça anunciou a contratação de 150 operacionais em 2009. O que significa que, ainda assim, o défice vai manter-se.
No combate ao crime económico-financeiro, embora o departamento tenha perdido 10 por cento dos investigadores, as buscas aumentaram quase 80 por cento, comparando-se ambos os semestres, verificando-se um crescimento ainda maior no número de intercepções telefónicas (52-130). O número de arguidos também cresceu significativamente, tal como as vigilâncias. Em contrapartida, baixaram as detenções (13 por cento) e as prisões preventivas.
A minha análise:
Porque será, que isto acontece numa polícia deste calibre, que deveria ser o garante da democracia, e trabalhar em prol desta? Está-se mesmo a ver a quem interessa este deficit de elementos, os números acima não enganam, o sector de criminalidade mais beneficiado com a falta de uma PJ apetrechada, são o “CRIME ORGANIZADO” ou o de “COLARINHO BRANCO”. Pois, é a par de outras medidas, ainda que algumas encapotadas, é que se nota a vontade política destes canalhas que nos têm governado, como por exemplo:
- A falta de combustível, ou a forma de o obter, reinam na PJ.
- A falta de um parque automóvel capaz, de armamento eficaz, e meios técnico-científicos de vanguarda, face ao grau de criminalidade complexo cada vez mais crescente.
- E para mim, o mais importante de todos, o DESCRÉDITO, em que a instituição tem caído, aos olhos da Comunicação Social, por culpa deste nosso PR, e PM, incapazes de bater o pé, a meia dúzia de “HOOLIGANS”, que apareceram em Portugal, armados em “DAMAS DE FERRO”, e em bons “PURITANOS”, arrastando na lama o bom nome da PJ, e de PORTUGAL. Aos Ingleses, esses arrogantes prepotentes, lhes digo uma só coisa, BAIXEM A BOLINHA, POIS O GUARDA-REDES É ANÃO, E SE, SE SENTIREM INCOMODADOS, RUA!!!!
VIVA A PJ, VIVA PORTUGAL!!! CÁ MANDÁ-MOS NÓS…(Se o Sócrates, e o Aníbal não dizem nada… digo eu!)
A MIM NINGUÉM ME CALA!!!
NÃO PUDE PASSAR INDIFERENTE A ESTE POST, COLOCADO PELO MEU AMIGO "TIAGO CARNEIRO", AUTOR DO "DEMOCRACIA EM PORTUGAL", INFELIZMENTE, A LEI PARA ALGUNS, COM A CONIVÊNCIA DE OUTROS, ESTÁ MUITO LONGE DE SER CUMPRIDA... VAMOS AJUDAR O SR. ZULMIRO, DENUNCIANDO ESTES CRÁPULAS SEM ESCRÚPULOS, POIS A MIM NINGUÉM ME CALA!!! NÃO SE CALE TAMBÉM SR. ZULMIRO!!!
Maria da Conceição Ferrão tem 57 anos e passou mais de metade da vida a dar aulas. Há dez anos, um cancro no cólon obrigou-a a uma operação em que lhe retiraram parte do intestino e que lhe mudou a vida. Fez quimio e radioterapia e vive com um saco colector preso à barriga, por onde lhe saem as fezes, sem que tenha qualquer controlo sobre elas. Juntas médicas declararam-na incapaz para exercer funções docentes, mas quando pediu aposentação, responderam que «não reúne as condições necessárias».
Com a serenidade de quem já vive nesta situação há 10 anos, a docente contou ao PortugalDiário a sua história. Em 1997 foi-lhe diagnosticado um cancro no cólon e foi submetida a uma colostomia, uma cirurgia em que lhe retiram parte do intestino e lhe coseram o ânus. Desde então vive com um saco colector preso à barriga, do lado de fora, por onde saem as fezes.
«Por não haver músculo, não tenho controlo sobre a saída das fezes. É como se fosse incontinente», conta. O saco vai enchendo e tem de ser trocado várias vezes, situação que se agrava quando tem descargas intestinais, cerca de uma vez por semana, altura em que «o saco enche de imediato, chegando por vezes a rebentar», sem aviso prévio, nem forma de evitar.
«Esteja onde estiver, tenho de voltar para casa e tomar banho», explicou. Depois, sente uma «enorme exaustão» e precisa de se deitar para descansar. «É difícil por isso cumprir horários, porque os intestinos não os têm», lamentou.
In: Portugal Diário
Infelizmente, parece que, nada há a fazer perante estes casos, o Governo mostra-se "Chocado", pelas afirmações do Primeiro Ministro, mas na prática nada acontece. O Governo diz que vai alterar a lei, mas o que é certo é que continuam a acentuar-se estes casos. E eu pergunto:
- E os casos, anteriores, se a nova lei entrar em vigor, serão alvo de reavaliação?
- O estado estará a contemplar, todos os casos, ou só os que lhe interessam e são mais mediáticos?
- Que solução, tem as autoridades de saúde deste miserável País, perantes estas situações desumanas, e de Insensibilidade social, moral e até de arrogância atroz por parte destas juntas médicas de malfeitores?
Não basta, Sr. Primeiro ministro, mostrar-se "chocado", não basta falar como bom falante que o Sr. é, não o nego, para a plateia a anunciar medidas imediatas, e depois demorarem anos a serem postas em prática. O Sr. tem o dever, como pessoa de bem que quer parecer, deve empenhar-se na sua resolução prioritária, já que de vidas humanas se tratam, tratam-se de vidas com família, como o Sr. tem, de vidas com responsabilidades como a do Sr., aplicando-se a velha máxima que é:
"À mulher de César, nas basta parecer séria, tem de o ser!"
No final de uma manifestação em Lisboa contra as mudanças nas políticas laborais levadas a cabo pelo Executivo, Ana Avoila alertou que, se toda a legislação for aprovada, perdem-se «30 anos de conquistas».
«É uma vergonha. O PS usa a maioria absoluta para tirar direitos aos trabalhadores para se pôr ao lado dos patrões e fazer a política da direita», sublinhou.
Os sindicatos contestam leis, como a da mobilidade especial, por considerem que é um primeiro passo para os despedimentos na função pública, bem como o estatuto de aposentação, que entendem ser inconstitucional.
A sindicalista adiantou que a concentração contou com a participação de «mais de dez mil trabalhadores» vindos de todo o país, enquanto um oficial da PSP que acompanhou a acção de protesto disse, por seu lado, que estiveram reunidas cerca de cinco mil pessoas.
In: Portugal Diário
De facto, estamos perante mais um grande atentado não só aos direitos dos trabalhadores da função pública, como também a todos os trabalhadores, pois é certo e sabido que os privados se regem pela cartilha do que de PIOR se faz na função pública. Também não deixa de ser verdade, que alguns privados, tem melhores condições do que a função pública, mas esses são uma gota no oceano, e quando os grandes empregadores deste país começarem a cortar, vai ser geral, ou seja, vai ser tudo pela mesma medida. Resta-me dizer, que não ficarei de braços cruzados, e que tudo farei,pelo menos no que estiver ao meu alcance para contrariar a situação. Se TODOS, fizer-mos algo, será pelo menos muito difícil ao patronato levar a sua avante. LUTEMOS, TODOS, ATÉ AO LIMITE DAS NOSSAS FORÇAS E DOS NOSSOS MEIOS PARA TRAVAR A POLÍTICA DE DIREITA, QUE VEM SENDO SEGUIDA POR ESTES ÚLTIMOS GOVERNOS DA TRETA!!!